Módulo Financeiro

Chega de planilha.
O financeiro no piloto automático.

Baixou o aluguel? O lançamento aparece no caixa. Fechou uma venda? A comissão de cada corretor já está calculada. São 22 telas integradas — do fluxo de caixa projetado à escrituração contábil — alimentadas pelos fatos do negócio, não por digitação.
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A planilha financeira que não escala

  • Aluguéis, repasses e comissões controlados à mão, mês a mês.
  • Ninguém sabe se vai sobrar dinheiro no mês que vem.
  • Ninguém sabe quem alterou o quê — e quando.
  • O aluguel do proprietário entra na conta como se fosse faturamento seu.
  • DIMOB montada na correria em fevereiro, catando dados.
  • Extrato do banco conferido linha por linha, no olho.
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Dashboard Financeiro do Ideiaimobi com indicadores de entradas, saídas, aluguéis e comissões

Dashboard Financeiro — a saúde do caixa da sua imobiliária em uma tela

Um financeiro que trabalha por você

22 telas organizadas em 7 grupos — clique para ir direto ao que interessa

Visão — o retrovisor e o para-brisa

Dashboard

Como o mês está indo, numa tela só. Oito indicadores: entradas, saídas e resultado do mês, saldo total das contas, aluguéis em aberto, aluguéis atrasados, repasses pendentes e comissões a receber. O gráfico compara entradas e saídas por dia, últimos 15 dias ou mês inteiro.

  • Selo ao lado do mês indica se ele está aberto ou fechado
  • Lista das operações do período logo abaixo

Fluxo de Caixa

A tela que responde a pergunta que uma planilha nunca respondeu: “vou ter dinheiro em caixa daqui a três meses?” Ela soma o que já está no sistema — aluguéis a receber, cobranças pendentes, repasses aos proprietários e contas a pagar — e mostra, mês a mês, quanto entra, quanto sai e quanto sobra.

  • Saldo de hoje — o único número que bate com o extrato do banco
  • Mês do aperto — o primeiro mês que fica negativo, destacado em vermelho
  • Horizonte configurável de 3 a 36 meses à frente
  • Clique em qualquer valor e veja exatamente de onde ele veio
  • O sinal ~ marca o mês que contém estimativa (luz, água)
  • Faixa de alerta lista os contratos que não vão gerar aluguel — e por quê

Uma ressalva que o próprio sistema faz questão de dar: o aluguel entra cheio e o repasse ao proprietário sai logo abaixo. A maior parte daquele valor é dinheiro de terceiro em trânsito, não receita sua. Fluxo de caixa responde “tenho dinheiro?”; quem responde “tive lucro?” é o Resultado.

Resultado

Quanto a imobiliária ganhou num período — das receitas ao resultado líquido, passando por deduções, custos, despesas e tributos. Escolha o modelo e o período e clique em Emitir; clicando numa linha você vê quanto cada conta contribuiu.

  • Painel “O que ficou de fora” — contas sem linha no modelo e lançamentos ainda sem conta contábil
  • Selo Provisório quando algum mês do período ainda não foi fechado
  • A receita de administração de locação mostra o que sobrou do aluguel — não o aluguel inteiro

São dois modelos, e você escolhe qual emitir. A DRE — Demonstração do Resultado do Exercício segue o regime de competência: a receita conta no mês a que pertence. O Resultado Gerencial por Caixa segue o livro-caixa: conta o dia em que o dinheiro entrou. O primeiro mostra se a operação deu lucro; o segundo, o que efetivamente passou pelo caixa.

Fluxo de Caixa — Horizonte configurável de 3 a 36 meses à frente

Fluxo de Caixa — Horizonte configurável de 3 a 36 meses à frente

Recebimentos — o dinheiro que entra

Aluguéis

A unidade aqui é a competência: o aluguel de um mês de um contrato. Marcou “Lançar no financeiro” no contrato de locação? As competências passam a nascer sozinhas, todo mês, já com as comissões calculadas.

Dois modelos, definidos no contrato: a imobiliária recebe o valor cheio e repassa ao proprietário, ficando com a taxa de administração; ou o inquilino paga direto ao proprietário e a imobiliária recebe só a taxa.

  • Baixar registra o recebimento e cria a entrada no caixa
  • Repassar paga o proprietário e cria a saída
  • Comissão mostra quanto vai para cada corretor e quanto sobra para a imobiliária
  • Vencido sem pagamento vira Atrasado sozinho, por rotina diária

As duas remunerações do corretor

São coisas diferentes, e convivem — cada uma opcional, com percentuais independentes:

  • Mensal — um percentual da taxa de administração, todo mês, enquanto o contrato durar. Remunera quem acompanha a carteira.
  • Intermediação — cobrada uma vez, na assinatura; costuma valer um aluguel. Remunera quem captou e fechou.

Atenção a uma conta que gera dúvida: a comissão mensal incide sobre a receita da imobiliária, não sobre o aluguel. Num aluguel de R$ 2.000 com taxa de 10%, a receita é R$ 200 — e 20% disso são R$ 40, não R$ 400. O corretor participa do que a imobiliária ganha, não do dinheiro do proprietário.

Vendas

Registra o que a imobiliária ganha ao vender: a comissão, quando o imóvel é de um cliente (intermediação), ou o valor da venda, quando o imóvel é dela. A comissão se divide entre vários corretores, cada um com seu percentual — o que sobra é da imobiliária.

  • Funil: Em negociação → Proposta aceita → Contrato assinado → Escritura → Comissão recebida
  • Recebimento gera a entrada; o pagamento de cada corretor gera a saída
  • Em imóvel próprio, o sistema pede o custo de aquisição — é o que permite saber o resultado real
Tela de aluguéis do Ideiaimobi com competências mensais geradas automaticamente

Aluguéis — competências geradas automaticamente pelos contratos

Divisão de comissão entre vários corretores no Ideiaimobi, com a parte da imobiliária calculada

Comissão multi-corretor — o rateio ao vivo, com a parte da imobiliária

Cobranças

Cobre por boleto e Pix sem sair do sistema — e sem dar baixa na mão quando o dinheiro entrar. Emita a cobrança do aluguel, da comissão de venda ou de um serviço avulso, mande o link ao cliente e acompanhe o status.

Quando ele paga, o provedor avisa o sistema por webhook e a entrada é lançada no livro-caixa sozinha, na conta que você escolheu. Quem é cobrado depende do modelo do contrato: o inquilino pelo valor cheio, ou o proprietário só pela taxa.

Reajustes

Corrige o valor do aluguel pelo índice do contrato. O sistema mostra a fila dos contratos com reajuste vencendo, o índice, quanto ele acumulou em 12 meses, o valor atual e o novo. Você decide: confirmar, ajustar quando houve negociação — os dois ficam registrados, o que o índice deu e o que foi aplicado — ou recusar, informando o motivo.

  • Nada é reajustado sozinho. Não existe rotina automática aqui, de propósito
  • IGP-M, IPCA e INCC coletados do Banco Central uma vez por dia
  • Os 12 valores do índice são congelados no momento da aplicação — os institutos revisam meses depois, e sem isso seria impossível explicar de onde saiu o número

Renovações

A mesma lógica, mas para o prazo. A fila mostra os contratos vigentes que vencem nos próximos 60 dias, com os já vencidos primeiro. Três saídas, e só três:

  • Prorrogar por igual período
  • Prazo indeterminado — o que a lei prevê quando o inquilino permanece no imóvel (Lei 8.245/91, art. 46 §1º)
  • Encerrar, com motivo — cancela as competências futuras na hora, para não gerar boleto para quem já saiu

A opção sugerida já vem marcada seguindo o que está escrito no contrato, mas quem confirma é você. E o aluguel continua sendo gerado enquanto a decisão não sai.

Pagamentos e Caixa — a outra ponta

Contas a Pagar

O que a imobiliária deve, com vencimento. Os títulos chegam de dois jeitos: gerados pelas despesas recorrentes ou lançados à mão, para o que é avulso. Ao pagar, você informa valor, data e conta: o título vira pago e nasce uma saída no livro-caixa. Pagou menos que o previsto, fica parcial e você completa depois.

  • O sistema recusa pagar com data futura — tiraria do saldo um dinheiro que ainda está na conta
  • “Pagar” é permissão separada de “Cadastrar”: cadastrar cria um documento, pagar mexe no dinheiro

Despesas Recorrentes

Cadastre uma vez o que a imobiliária paga todo mês — aluguel da sala, internet, luz, contador — e o sistema gera os títulos sozinho, mês após mês. Aqui você guarda o molde, não a conta: descrição, categoria, valor, dia do vencimento, periodicidade e data de início.

Conta de luz e água não tem valor conhecido antes de chegar: marque “valor variável”. O título nasce como estimativa — calculada pela média dos últimos 3 ou 12 meses, sempre sobre o valor pago — e aparece marcado no fluxo de caixa, para não confundir chute com compromisso.

Lançamentos

O livro-caixa: tudo que entrou e saiu, com data, conta, categoria e valor. A coluna Origem mostra de onde cada linha veio — Manual é o que você digitou; Aluguel, Repasse, Venda, Comissão, Transferência e Estorno nasceram sozinhos, a partir de outra tela.

  • Transferência entre contas cria as duas pontas ligadas
  • Lançamento automático não se edita: corrige-se estornando a operação de origem
  • Linhas com cadeado são de mês fechado

Contas e Caixas

Banco, Pix, dinheiro, cartão e conta interna. Você informa o nome, o tipo, o saldo inicial e a data desse saldo — daí em diante o saldo atual é calculado sozinho, nunca digitado. Conta com movimentação não é excluída, apenas inativada, para não sumir com o histórico.

Conciliação Bancária (OFX)

Confere se o que está registrado bate com o que realmente passou no banco. Baixe o extrato em .ofx no internet banking e suba no sistema, escolhendo a conta. Cada linha pendente tem três saídas: conciliar com um lançamento existente (o sistema sugere os compatíveis — mesmo valor, mesma direção, data próxima), criar lançamento, ou ignorar.

  • Subir o mesmo arquivo duas vezes não duplica nada
  • Conciliar não altera valor nem saldo — só marca que o banco confirmou

Fechamento

Duas abas. No Diário, você escolhe conta e data, o sistema apura o saldo calculado e você informa o saldo conferido — a diferença aparece na hora e ajuda a achar o lançamento que faltou. No Fechamento do mês, você vê o resumo consolidado e encerra o período.

O fechamento é sequencial: só se fecha um mês depois dos anteriores que tiveram movimento. E reabrir exige justificativa e o aceite de um termo de responsabilidade fiscal — tudo registrado na Auditoria, com IP.

Importação de extrato bancário OFX no Ideiaimobi

Importação do extrato OFX do seu banco

Tela de conciliação bancária com sugestão de correspondências

Conciliação — o sistema sugere, você confirma

Fiscal — o que o contador cobra de você

Notas Fiscais

Faz o sistema saber das suas notas — as que você emite pela taxa de administração e pela comissão de venda, e as que o corretor emite contra você. Em A faturar, você vê o que já pode virar nota; o sistema monta tomador, atividade e impostos.

  • Registrar emissão — você emite no portal da prefeitura e informa o número aqui
  • Emitir pelo provedor — quando a integração está ligada
  • Botão “Testar município” consulta se a sua prefeitura é atendida e o que ela exige
  • Nota emitida não se altera: para corrigir, cancela-se e emite-se outra — e o sistema registra que uma substitui a outra

Um esclarecimento que evita muita confusão: imobiliária emite apenas NFS-e, nota de serviço. Venda de imóvel não gera nota fiscal — imóvel não é mercadoria, e a transmissão se documenta por escritura, ITBI e registro na matrícula. O que se fatura é a comissão de intermediação e a taxa de administração.

DIMOB

A declaração anual obrigatória para quem intermedeia locações. Escolha o ano-calendário e o sistema monta o resumo — CNPJ do declarante, número de contratos, total de aluguéis e comissões — junto de um painel de pendências.

  • Enquanto houver pendência, o botão de gerar fica desabilitado
  • As mais comuns: dados fiscais incompletos, proprietário ou inquilino sem CPF/CNPJ válido, imóvel sem endereço
  • Base caixa: entra o aluguel efetivamente pago no ano
  • Gera o .txt para importar no programa da Receita Federal

Em vez de reconstruir um ano inteiro de planilhas em fevereiro.

Tributário

O único lugar do sistema onde mora a resposta para “quanto de imposto incide sobre esta operação”. Não é uma constante no código nem um campo no plano de contas: são regras com vigência — alíquota, base de cálculo, redução, regime e o fundamento legal que justifica cada uma. É daqui que a nota fiscal tira os tributos.

Por que existe separado: entre 2026 e 2033 convivem ISS, PIS e Cofins — o sistema atual, que não desaparece de uma vez —, IBS e CBS da Reforma Tributária, que entram por etapas, e o Simples Nacional, com regras próprias. Uma alíquota gravada no código seria copiada para o histórico sem rastro do fundamento: seis meses depois, ninguém saberia explicar por que aquele documento foi calculado daquele jeito.

  • Toda regra nacional nasce inativa — enquanto ninguém confirmar a alíquota, nada é calculado. É proteção, não pendência
  • O ISS é municipal: a alíquota é do seu município e é você quem cadastra
  • Regra já usada não se exclui — encerra-se a vigência, para não apagar a explicação de documentos passados
  • O documento congela a regra usada: editar a regra depois não muda o valor de nota já emitida
  • Valor de repasse ao proprietário não é base de cálculo da imobiliária

A Reforma criou um regime específico para operações com bens imóveis (LC 214/2025), com reduções previstas de 50% na venda e 70% na locação.

Uma ressalva importante: o sistema oferece o motor com vigência e rastreabilidade — quem preenche a regra é o seu contador, que responde legalmente por ela. Este módulo não dá orientação fiscal.

Contabilidade — o andar de cima

O corretor não entra aqui. Seu contador, sim.

Plano de Contas

A estrutura contábil da imobiliária — a lista organizada de tudo que pode entrar, sair, ficar guardado ou ser devido. Ele responde a uma pergunta só: “qual é a natureza deste fato?” O sistema já vem com um template de mais de 220 contas em 10 grupos; seu contador ajusta o que for preciso.

  • Contas sintéticas agrupam e não recebem valores; as analíticas são onde o dinheiro é classificado
  • Criar a primeira subconta converte a conta em sintética automaticamente
  • Exporta em CSV para mandar ao contador e importa o que ele devolver — a importação só acrescenta, e o botão Simular mostra o resultado sem gravar nada
  • A busca mostra a conta e o caminho inteiro até ela

A etiqueta mais importante da tela é “terceiros”. Ela marca o dinheiro que passa pela imobiliária mas não é dela — aluguel a repassar, caução. Sem ela, um aluguel de R$ 3.000 com R$ 2.700 de repasse faria os relatórios mostrarem R$ 3.000 de faturamento quando você ganhou R$ 300. É essa marcação que impede o resultado da empresa de aparecer inflado pelo dinheiro dos outros.

E uma regra que evita o plano explodir: corretor, imóvel e contrato são dimensões, não contas. Você cria “Comissão de Corretor — Venda” e informa qual corretor no lançamento — assim dá para comparar o custo total de comissões entre meses e filtrar por pessoa quando quiser.

Contabilidade

Seus movimentos do jeito que a contabilidade precisa: cada fato registrado com débito e crédito de valores iguais. É o que sustenta um resultado de verdade, e não só um resumo de entradas e saídas.

  • Balancete do período — mostra no topo se as somas fecham
  • Razão de qualquer conta, com saldo anterior e final
  • Pendências — fatos que entraram no caixa mas não chegaram à contabilidade, com o motivo de cada um e um botão de reprocessar

O módulo responde à pergunta que mais confunde quem administra locação: “entrou R$ 3.000, por que o resultado diz que minha receita foi R$ 300?” Porque R$ 2.700 viraram dívida com o proprietário, que some no repasse — e o repasse não é despesa.

Categorias

As listas que classificam o dinheiro: Entrada, Saída e Forma de pagamento. Cada categoria aponta para uma conta do plano — é essa ligação que faz o lançamento chegar aos relatórios contábeis. Você escolhe a categoria no dia a dia, e o sistema sabe a conta.

  • Itens marcados como “sistema” não podem ser renomeados nem excluídos — as rotinas os procuram pelo nome
  • Categoria já usada em lançamento é inativada, nunca excluída

Integridade de dados que sua contabilidade
vai agradecer

Trilha de auditoria imutável

Toda operação registra quem fez, quando e o antes/depois dos dados. Ninguém edita, ninguém apaga — nem o administrador. E a gravação é atômica: nenhuma escrita acontece sem o seu registro.

Correção só por estorno

Lançamentos automáticos não são editados: erros se corrigem com lançamento inverso. O original fica riscado, não some. O histórico permanece íntegro, sempre.

Fechamento de mês

Período fechado é período bloqueado: nenhuma escrita retroativa. Reabertura exige permissão específica, justificativa e aceite de termo de responsabilidade fiscal — com IP registrado.

Auditoria

Responde “quem fez isso, e quando?” sobre qualquer operação do Financeiro. É uma tela somente leitura: você filtra por período, por ator — usuário, cron, sistema ou webhook —, por entidade e por ação, e abre o detalhe de cada operação para ver os valores antes e depois.

A trilha é imutável, e é por isso que ela serve de prova: quando o número de um relatório não fecha, é aqui que se descobre o que aconteceu com ele — inclusive o que foi feito pelas rotinas automáticas de madrugada.

Trilha de auditoria imutável do módulo Financeiro do Ideiaimobi

Auditoria — cada operação com autor, data e antes/depois

Integração

A tela de configuração que faz Cobranças e Notas Fiscais funcionarem. Você informa as credenciais do provedor de pagamentos (chave de API, ambiente de teste ou produção) e a conta de recebimento onde a baixa automática vai cair — sem ela, a cobrança é emitida mas a baixa não acontece, e isso é de propósito: sem saber em qual conta o dinheiro entrou, o sistema não adivinha.

Configura também o webhook (a tela mostra a URL e gera o token), os dados fiscais para NFS-e — CNPJ, inscrição municipal, código IBGE do município, regime tributário, série e número do RPS — e as atividades fiscais, com o código de tributação de cada serviço que você presta.

Perguntas frequentes sobre o Financeiro

Sim. O livro-caixa é alimentado automaticamente pelos fatos do negócio: baixa de aluguel, repasse e comissão de venda geram lançamentos sozinhos. Lançamento manual fica só para despesas e receitas avulsas.

Sim. O Fluxo de Caixa soma o que já está no sistema — aluguéis a receber, cobranças pendentes, repasses e contas a pagar — e projeta mês a mês quanto entra, quanto sai e quanto sobra, com horizonte configurável de 3 a 36 meses. O mês que fica negativo aparece destacado, e clicando em qualquer valor você vê de onde ele veio.

Porque o aluguel entra cheio e o repasse ao proprietário sai logo abaixo, exatamente como acontece na conta do banco. A maior parte daquele valor é dinheiro de terceiro em trânsito, não receita da imobiliária. Quem responde “quanto eu ganhei” é a tela de Resultado.

Não. A comissão mensal do corretor é um percentual da receita da imobiliária, não do aluguel. Em um aluguel de R$ 2.000 com taxa de administração de 10%, a receita é R$ 200 — e 20% disso são R$ 40. O corretor participa do que a imobiliária ganha, não do dinheiro do proprietário.

Sim. Você emite a cobrança do aluguel, da comissão de venda ou de um serviço avulso e envia o link ao cliente. Quando ele paga, o provedor avisa o sistema por webhook e a entrada é lançada no livro-caixa sozinha, na conta que você escolheu.

Cada tela do financeiro tem permissão independente por perfil — e ações sensíveis são permissões próprias: “pagar” é separado de “cadastrar”, e “reabrir mês” é separado de “fechar mês”. Toda operação fica registrada na trilha de auditoria imutável, inclusive as feitas por rotinas automáticas.

Não. No dia a dia você escolhe uma categoria — “Aluguel recebido”, “IPTU” — e o sistema sabe a qual conta contábil ela corresponde. O plano de contas e a escrituração por partida dobrada existem para o seu contador; o corretor e o administrador não precisam entrar lá.

Sim, para as locações. O sistema consolida os aluguéis efetivamente pagos no ano-calendário e gera o arquivo .txt para importar no programa da Receita Federal, com um painel de pendências que aponta o que falta antes de gerar.

Você baixa o extrato em formato OFX no internet banking e sobe no sistema, escolhendo a conta. Ele sugere as correspondências com valor e direção iguais e data próxima. Cada linha pendente pode ser conciliada, virar um lançamento novo ou ser ignorada. Subir o mesmo arquivo duas vezes não duplica nada.

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